| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Psittaciformes |
| Família: | Psittacidae |
| Rafinesque, 1815 | |
| Subfamília: | Arinae |
| Gray, 1840 | |
| Espécie: | P. melanocephalus |
A Marianinha-de-cabeça-preta é uma ave psittaciforme da família Psittacidae.
Não classificada em nenhuma das categorias de ameaça, embora seja apreciada como ave de gaiola.
Seu nome científico significa: do (grego) pionos = referente ao gênero Pionus (Wagler, 1832), gordo; e de -itës = semelhante, parecido; do (grego) melas = preto; e de -kephalos, kephalë, = com a cabeça, cabeça. ⇒ Papagaio gordo com cabeça preta.
Mede entre 21 e 23 centímetros de comprimento e pesa entre 130 e 170 gramas.
Inconfundível pela cabeça com a coroa preta e lores verdes, peito e ventre brancos, este último com os flancos amarelos (muito visível quando a ave está em voo). Garganta amarelo-brilhante, nuca laranja-acanelada, dorso, asas, região do uropígio e cauda verdes.
A íris é vermelha e o bico é preto.
O imaturo da espécie é bastante pálido no peito e no ventre. As coxas são raiadas de verde. Os olhos são marrom escuro. Os jovens têm manchas verdes-azuladas na nuca.
Possui duas subespécies:
Aves Brasil CBRO - 2015 (Piacentini et al. 2015); (Clements checklist, 2014).
Alimenta-se principalmente de sementes, polpa de frutas variadas, flores e folhas. Pode consumir insetos, mas é principalmente vegetariana. Pode forragear na copa das árvores ou pelo nível inferior, utilizando o bico como uma “terceira mão” para subir em galhos e arbustos.
Os ninhos são construídos em cavidades, tais como cavidades em árvores, ninhos abandonados de pica-paus ou qualquer outra cavidade natural.
Habita florestas úmidas, semi-úmidas, pantanosas, florestas de galeria, restolho e plantações até 1.000 metros. Vive em pequenos bandos entre 3 a 10 indivíduos, se alimenta no dossel, muito raro no estrato baixo da floresta. Enquanto estão alimentando, dois indivíduos assumem posição de sentinelas para um perigo potencial.
Ocorre na Amazônia ao norte do rio Amazonas até o nordeste do Peru, também nas Guianas.
Consulta bibliográfica sobre as subespécies: